sexta-feira, 8 de julho de 2016

22/07 - 19h - Debate: Negras pelo empoderamento e contra a violência


Debate
Negras pelo empoderamento 
e contra a violência

Em comemoração ao Dia Nacional da Mulher Negra e Teresa de Benguela e ao Dia Internacional da Mulher Negra, Latino-Americana e Caribenha, no próximo dia 22 de julho, às 17h, se realiza a I Feira Afro Negras em Movimento, e às 19h, o Debate: Negras pelo Empoderamento e contra a violência, no Anfiteatro da Faculdade Zumbi dos Palmares, a Av. Santos Dumont, 843, Armênia, São Paulo/SP.

Promovido pela Nabbonz Wende Multimída, com o apoio do site Negro é Lindo , todos que quiserem participar da Feira é só chegar. As inscrições para o debate são completamente online pelo https://www.sympla.com.br/inscricoes-abertas-para-feira-afro-negras-em-movimento__74480 

Questão racial e a mulher negra na direção dos cultos afrobrasileiros
* Kika Silva - Yalorixá há 45 anos, fundadora do Oriashé - Organização de MUlheres Negras

Violência contra a mulher e genocídio contra a juventude negra
* Luh Souza - Professora Titular de História na Rede Pública de Ensino do Estado de SP, ativista em questões raciais

Empoderamento da Mulher Negra
* Mayra Pereira - Coordenadora do I Congresso de Empoderamento Negro (Evento Online gratuito que ocorrerá dias 25 e 26 de julho), Life Coach formada pela Sociedade Brasileira de Coaching, Especialista em  Psicologia Transpessoal pelo Centro Latino Americano de Saúde Integral.

Atuação das mulheres na Rede de Afroempreendedores
* Rúbia Mara - Jornalista e Diretora Paralelo Arte de se Comunicar,assessora de técnica na Coordenação de Políticas para Juventude de São Paulo e Diretora Estadual da REAFRO (Rede de Afroeempreendedores)

Mediação
Realização
Apoio
Faculdade Zumbi dos Palmares

Assista como foi o I Negras em Movimento em 25/07/2014
Voce que foi em nosso primeiro evento, está convidado a participar novamente. Agora será em 22 de julho, no anfiteatro da Faculdade Zumbi dos Palmares, Av. Santos Dumont, 843 - dentro do Clube Tietê, próximo ao metrô Arménia.
A partir das 17h, Feira de Afroempreendedores
19h - Debate: Negras pelo empoderamento e contra violência.
Se inscreva!


sexta-feira, 10 de junho de 2016

Mais Médicos é essencial para ampliar cobertura universal de saúde, diz coordenador da OPAS/OMS

O programa Mais Médicos é essencial para ampliar a cobertura universal de saúde, disse o coordenador do Mais Médicos na representação da Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS) no Brasil, Renato Tasca, durante o 32º Congresso Nacional de Secretarias Municipais de Saúde em Fortaleza (CE). “Temos 700 municípios que antes nunca tiveram um médico residente”, disse Tasca.
Evento em Fortaleza (CE) apresentou fotos de Araquém de Alcântara, que retratam a atuação dos médicos do programa. Foto: Araquém Alcântara
O programa Mais Médicos é essencial para ampliar a cobertura universal de saúde, disse na quinta-feira (2) o coordenador do Mais Médicos na representação da Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS) no Brasil, Renato Tasca, durante o 32º Congresso Nacional de Secretarias Municipais de Saúde, em Fortaleza (CE).
No evento, foram apresentadas as fotografias feitas por Araquém de Alcântara, que retratam a atuação dos médicos do programa.
“O Mais Médicos, a meu ver, é o maior programa do mundo, neste momento, para ampliar a cobertura universal de saúde. Temos 700 municípios que antes nunca tiveram um médico residente”, disse Tasca, durante o painel “Mais Médicos: exposição dialogada”.
Erick Carvalho, analista técnico de políticas sociais do Ministério da Saúde, também participou do debate e afirmou que o governo considera o Mais Médicos como uma política pública de saúde bem-sucedida e ressalta o papel da cooperação internacional. “Qualquer política que tenha como fiadora uma instituição como a OPAS/OMS já tem um grande respaldo”, disse.
Tasca também apresentou no congresso a Plataforma de Conhecimentos do programa Mais Médicos junto a Sandro Rodrigues Batista, da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (ABRASCO). A plataforma é uma iniciativa conjunta da OPAS/OMS, Rede de Pesquisa em Atenção Primária da ABRASCO e Ministério da Saúde.
“Construímos uma ferramenta que possa ajudar não só a comunidade científica, mas também os gestores de saúde e a população. Nela, disponibilizamos de forma aberta os principais documentos e publicações científicas sobre o Mais Médicos”, afirmou Tasca.
Batista lembrou que as pesquisas disponibilizadas no site da plataforma servirão também para análises sobre o impacto do programa no país. “Vários países têm interesse no Mais Médicos. (…) Muita gente está olhando de perto o que estamos fazendo aqui.”

Saúde dos jovens e adolescentes

Coordenada por Alejandra Carrillo, consultora da OPAS/OMS, a roda de conversa “Saúde de Adolescentes e Jovens: Experiências de Sucesso do Laboratório de Inovação” contou com a participação de Maria Ignez Saito, professora da Pontifícia Universidade Católica (PUC-MG).
“O maior objetivo do Laboratório de Inovação é dar visibilidade a projetos exitosos, principalmente aqueles que podem ser aplicados no SUS”, explicou.
A docente lembrou que a formação de adolescentes e jovens é um investimento para o país. “É importante lembrar que a nação dependerá, a médio e longo prazo, da formação desses jovens com capacidade de liderança, de participação e de mudar a história, proposta que se sustentará com o acesso à saúde, à educação, ao emprego decente e outros bens e serviços que tornam possíveis a realização de seus sonhos e projetos de vida”.

quarta-feira, 1 de junho de 2016

Curso de Extensão: Corpo Negro na Escola - A Dança como Procedimento Pedagógico


Apresentação

Curso teórico ­prático aberto a professores, arte­ educadores, estudantes de pedagogia e interessados em geral que visa ampliar as possibilidades de abordagem da temática racial no ambiente escolar tendo como ferramenta principal a linguagem da dança, e ao mesmo tempo, gerar repertório de estratégias de trabalho para o educador por meio de atividades práticas.


MóduloI – Espelho, espelho meu...
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Uma concepção de corpo/pessoa em África; ­ Eu sou meu corpo: conflitos no processo de formação de identidade ­ da pessoa negra; ­A noção de corpo e beleza e suas transformações em tempo e contexto; ­ Racismo no ambiente escolar: reconhecer para erradicar; ­ Corpo e som: focos de atenção da juventude periférica atual; ­ Olhar para trás: me re­conhecendo para ver o outro ­ Construção dinâmicas para sala de aula;

MóduloII – Aprender experimentando
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Breve panorama das diferentes linguagens artísticas e visões contemporâneas da arte; ­ Entendendo relações entre corpo e som ­ Brasil um corpo musical; ­ Manifestações culturais afro­brasileiras – Breve histórico; ­ Prática de jogos de dança afro ­diaspórica; Construção de dinâmicas para sala de aula;

MóduloIII – Panorama da questão étnico-racial ontem e hoje
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A questão sócio­racial no mundo contemporâneo – jovens negros e mulheres como principais vítimas ­ Diversidade cultural no continente africano ­ Diáspora africana no Brasil – Quem esteve aqui? Que condições de vida possuíam essas pessoas? ­ Construção de dinâmicas para sala de aula;

MóduloIV – Possíveis bases para trabalhar a cultura afro­brasileira na escola

­Breve histórico de artistas afro­brasileiros importantes no desenvolvimento das artes­brasileiras – pós escravidão até a contemporaneidade ­ Conteúdos sociais presentes na cultura afro­brasileira: Memória, ancestralidade, religiosidade, oralidade, musicalidade, cooperação/comunitarismo, corporeidade, ludicidade e circularidade. ­ Construção de dinâmicas para sala de aula;

Carga Horária: 12 horas
Com certificado

Investimento

Alunos da Universidade Zumbi dos Palmares
Pagamento à vista: R$ 70,00 ou 2x de 40,00= R$ 80,00

Ex-alunos da Universidade Zumbi dos Palmares
Pagamento à vista: R$ 80,00 ou 2x de R$ 45,00 = R$ 90,00

Professores da Rede Pública de Ensino,ou Educadores vinculados à ONGS:
Pagamento à vista: R$ 100,00 ou 2x de R$ 60,00= R$120,00

Público em Geral
Pagamento à vista: R$ 120,00 ou 2x de R$ 70,00= R$ 140,00

Indique um amigo participante e ganhe 10% de desconto em ambas as formas de pagamento!

Formas de Pagamento ­
Depósito em conta bancária ­ ou Cheque pré­-datado para 30 dias
Número de vagas: 24 participantes

Informações e inscrições via e­mail:



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Foto: Gislaine Silva.

Rose Nara Silva
É Bacharel em Dança pela Universidade Estadual de Artes do Paraná, atualmente está à frente da coordenação do Núcleo de Danças Dandara dos Palmares na Universidade Zumbi dos Palmares. Em 2015, esteve no Senegal onde foi aluna do Curso Imersivo Dança Negra, Engajamento e Resistência na École des Sables – Centre de Danses tradicionelles et contemporaines d'Afrique, 2015. Com uma trajetória extensa em arte­educação, Rose trabalhou em projetos sociais realizados dentro de Escolas Públicas em Curitiba-PR, e em ongs em São Paulo, foi Arte­educadora de dança no PIÁ – Programa de Iniciação Artística da Divisão de Formação Artística e Cultural da Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo 2014/2015, foi educadora no Conjunto Cultural da Caixa Econômica Federal Praça da Sé, entre outros. Ministrou a aula espetáculo: Suzart, Poética da Periferia – Cultura afro­ brasileira na Escola na 2a Bienal de Educación y Arte de Montevideo em 2014, e em 2012 foi contemplada com o Prêmio de Apoyo a la Investigácion y Educación Artística con Niñ@s, promovida pelo La granja Centro deArte e a Coordinación Nacional de Danza del Instituto Nacional Bellas Artes (México), no qual produziu um trabalho coreográfico com as crianças do Projeto Chamaco, em Amanalco de Becerra. Ministrou o Workshop – Arte Negra, identidade e Resistência: Estratégias Pedagógicas, no 2º Seminário Quilombo Mulheres Negras no Instituto de Artes da UNESP­SP, em 2015 e também Capacitações de Danças Brasileiras e Jogos Populares para professores e monitores do Programa Recreio nas Férias da Rede de Escolas Municipais de São Paulo pelo Projeto Brincante Itinerante do Instituto Brincante no mesmo ano. Ministrou capacitações Danças afro­brasileiras e Artes no ambiente escolar para professores de escolas públicas na zona norte e noroeste de São Paulo, no Projeto – Suzart, Poética da Periferia I e II em 2013/2014.





quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

A fisiculturista mais idosa do mundo

Ela começou a malhar depois que criou os filhos e poderia ser uma vovozinha normal que como tantas iria cuidar dos netinhos. Por incrível que pareça, aos 56 anos ela resolveu sair da vida sedentária e já foi considerada a body builder mais idosa do mundo.


A americana Ernestine Shepherd, de 77 anos, começou a malhar aos 56 anos. Após a morte da sua irmã, o exercício a ajudou a sair da depressão. Hoje, é uma das fisiculturistas mais velhas do mundo e trabalha como personal trainer. “Sou a prova de que idade é apenas um número”, disse. Os dados são do jornal Daily Mail.



Sedentária até o 56 anos, ela passou a se exercitar incentivada pela irmã e melhor amiga, Velvet, que achava que as duas deviam levar uma vida mais saudável. No entanto, Velvet morreu de aneurisma cerebral em 1992 e Ernestine entrou em depressão. “Depois que a minha irmã morreu, acabei com pressão alta, ataques de pânico, colesterol elevado.”O apoio dos familiares e sua religião a ajudaram a se motivar e a começar a correr. O treinamento tirou todas as dores de seu corpo e eliminou a necessidade de remédios. Até hoje, corre todos os dias 16 km acompanhada por seu marido, Collin, de 83 anos. 

Também malha duas horas diárias na academia. Dá aulas de ginástica e seu aluno mais velho tem 89 anos. “Nem todo mundo quer ser fisiculturista. Apenas encontre o que você gosta de fazer.”
Com a ajuda do ex-Mister Universo Yohnnie Shambourger, se tornou fisiculturista profissional e, em 2010, entrou para o Guinness Book, o livro dos recordes, como a mulher fisiculturista mais velha do mundo. Já não detém mais o título, mas ainda há chance de ganhá-lo novamente, já que não pretende parar tão cedo.



terça-feira, 5 de janeiro de 2016

Quer ser uma das publicadoras do Negras em Movimento

Olá Meninas!



 Todas nós somos Negras em Movimento, uma vez que atuamos em todos lugares, nossos lares, igrejas, associações, sindicatos, interne/redes sociais, no trabalho, individual ou coletivamente, estamos sempre em ação. É impossível uma mulher negra deixar de ser guerreira, porque existir e ser feliz já é um ato de ousadia para todas nós que galgamos a plenitude e nosso ser. Há garotas em Movimento no Rio de Janeiro, na Bahia, em São Paulo.... 

Todas tem que ter voz e vez por si mesmas sempre.

 Então...quer participar das publicações coletivas? 

 É só se inscrever para começarmos 2016 interconectadas e atuando, individual e coletivamente, cada uma de acordo com sua necessidade. 

Vamos lá?
Preencha o formulário aqui!




sábado, 28 de junho de 2014

25 de juulho - Dia Internacional da Mulher Afro-latina e afro-caribenha

Esse dia, diferente do dia 08 de Março que tem um viés universalista, foi instituído no calendário feminista após o 1º Encontro de Mulheres Afro-latino-americanas e Afro-caribenhas, ocorrido no ano de 1992, na cidade de São Domingo, na República Dominicana. Neste encontro, que contou com a representação de 70 países,  decorreram duas decisões: a criação da Rede de Mulheres Afro-latino-americanas e Afro-caribenhas e a definição do 25 de julho como Dia da Mulher Afro-latino-americana e Caribenha.
A principal razão para tal encontro, foi discutir as especificidades das mulheres negras dos países da América Latina, já que seus históricos, enquanto países onde há, e sempre houve, lutas para a emancipação das mulheres, tem grandes diferenças da chamada emancipação feminina da Europa.
Partindo da necessidade de refletir políticas e direitos destas que são uma grande parcela das mulheres que habitam esses países, o movimento negro brasileiro tem colaborado por considerarmos uma luta necessária para avançar na efetivação de direitos, e reflexão de textos que colaboram com uma visão mais plural das necessidades dessas mulheres que a visão de totalidade do movimento feminista geral não inclui. A mídia também pouco contribui para divulgar esse dia, e uma parcela do movimento negro tem tido certa limitação para colocar como uma das pautas prioritárias do movimento.
Participar e contribuir com a ampliação do 25 de Julho é uma tarefa do movimento negro, e de todos os grupos que trabalham  com a ideia de dar evidência às lutas que a maioria ignora por não lhe servir. Neste 25 de Julho há diversas atividades, rodas de conversas, e debates. Na Câmara Municipal de São Paulo não houve divulgação da data, já que, além de ser um mês de recesso, as poucas mulheres vereadoras não fazem ou não compartilham da visão de ampliar e divulgar o dia como sendo um dia de lutas para chamar a atenção do poder público para as necessidades de ações efetivas para esse segmento. O principal objetivo da data é ser um pólo de aglutinação das lutas das mulheres negras e assim ampliar e fortalecer as suas organizações e sua identidade, construindo estratégias para o enfrentamento do racismo e do sexismo. Nós mulheres negras lutamos pelo reconhecimento da igualdade enquanto mulheres e da especificidade enquanto negras!
*Luciete Silva é militante do Círculo Palmarino.

Ato/Debate em homenagem a todas as Cláudias da Diáspora Africana, abrindo a Virada Cultural da Mulher Negra & Cia.
Dia 25 de julho, às 19h, na Câmara Municipal de SP
Gratuito!
Inscreva-se! Vagas limitadas!

https://www.sympla.com.br/negras-em-movimento---atodebate-em-homenagem-a-todas-as-claudias-da-diaspora-africana__20379