sexta-feira, 3 de março de 2017

Você sabe o que são pessoas tóxicas? sabe como evitá-las?:

Se depois de estar com certas pessoas, você se sente sem energia e desgastado, a pessoa altera a voz para falar com voce, tenta manipular situações, lhe desrespeita e critica tudo o que voce faz; cuidado, ela pode ser uma pessoa tóxica.

 

Portal Angels

Pode ser que você esteja cercado de pessoas que constantemente criticam seu modo de agir, o sufoquem com suas carências e necessidades, critiquem seus pontos de vista , aproveitando qualquer oportunidade para atacar sua autoestima. Essas pessoas têm a mira apontada para a sua vulnerabilidade. Podem agir sutilmente, disfarçando suas estratégias de ataque. Ou, se colocam ostensivamente, agredindo o outro com palavras e atos.

Todos nós em alguma parte da nossa vida já fomos confrontados a nos relacionar, quer seja por vontade própria ou não, com pessoas tóxicas através do trabalho, das amizades, ou por vezes em termos emocionais e familiares. Os tóxicos podem ser muito simpáticos, muito sedutores até conquistarem a pessoa. Existe no fundo uma conquista, um namoro, uma sedução. A pessoa tóxica não está bem com ela própria, logo sutilmente ela/ele começa a minar a auto estima do outro, são sangue sugas de energias.

Elas podem estar doentes, extremamente preocupadas, ou mesmo sentindo a falta daquilo de que necessitam em termos de amor e apoio emocional. Pessoas tóxicas podem ser angustiadas, depressivas, ou mesmo mentalmente doentes, mas ainda precisam diferençar o problema real delas da maneira como se comportam em relação a você.
Uma coisa é certa um toxico é um invejoso, um doente que não fará falta nenhuma a sua vida.

A pessoa tóxica está sempre a desvalorizar o que você é, seja fisicamente, mentalmente profissionalmente, sempre a minar a sua energia com observações sútis muito desagradáveis. O tóxico tenta sempre chamar atenção sobre si, é inconveniente, dá opiniões sem ninguém pedir.

É manipulador, é instável e inseguro e tenta incutir a insegurança no outro. É uma forma de se sentir melhor com a sua própria infelicidade.
Os tóxicos são controladores, sabem sempre tudo sobre tudo e nunca dão a oportunidade de o outro manifestar a opinião.

Os tóxicos são sempre vítimas seja do chefe, da mãe ou da família que nunca o amaram, no fundo, o tóxico nunca tem culpa de nada.
Os tóxicos são destrutivos porque não respeitam os espaço dos outros, impondo à força, a sua presença.

Se você estiver tentado criar para si mesmo, uma boa maneira é começar a avaliar o comportamento das pessoas ao seu redor, e ter a certeza que não apresentam comportamentos tóxicos.

Comportamentos tóxicos considerados desagradáveis, que se propagem negativamente no meio ambiente provocando distúrbios sociais.
Em termos relacionais torna-se difícil a interação humana, o caos impera. Deve-se manter-se distante e retirar-se estrategicamente quando alguém apresentar comportamentos tóxicos de maneira consistente.

Como anular essas energias
Quando você se sentir extremamente sobrecarregado, encoste-se de costas à uma árvore e a abrace “por trás” e fique assim por alguns minutos, o suficiente para sentir-se melhor.
Ao contrário, quando você se sentir esgotado, cansado, exausto, triste, melancólico, deprimido, sem forças, abrace a árvore de frente, por alguns minutos, Sinta a energia amorosa e carinhosa, sinta-se fortalecido e energizado, com capacidade indefinível de amar e aceitar as coisas individualmente, sinta o poder do amor da Natureza e do seu próprio Amor a si mesmo.

Você também pode andar com os pés descalços e fortalecer seus laços com a Terra (na areia da praia, na grama de casa, do parque, na terra, qualquer lugar, desde que seja solo nu, sem piso ou qualquer outro revestimento artificial ou sintético.
Estabelecer e manter relacionamentos saudáveis é uma construção que demanda investimento de energia. Dar e receber é um dos princípios fundamentais das relações gratificantes.

Portanto, escolha suas companhias cuidadosamente. E lembre-se que os relacionamentos que mantém com outros, refletem o seu relacionamento com você.

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

As quatro mulheres negras que prometem em 2017

A jornalista e cinéfila, Lúcia Lázaro escreveu um artigo da Revista Vertigem, na qual escolhe as 8 mulheres que prometem serem verdadeira revelação em 2017. Separamos as quatro mulheres negras escolhidas: Angélica Dass  , Sabrina Fidalgo , Djamila Ribeiro , Ava DuVernay. 
Acompanhem a escolha e classificação e façam seus comentários, meninas:

Passei o último ano acompanhando várias mulheres e coletivos femininos incríveis dentro e fora do Brasil, na área das artes e entretenimento, e decidi que este é o momento de reunir esses nomes e apresentá-los à Vertigem. Após uma difícil escolha, no melhor estilo “A Escolha de Sofia” (filme dramalhão icônico de 1982, que deu o primeiro Oscar de melhor atriz à espetacular Meryl Streep), resolvi que estas são as oito mulheres que vão dar muito o que falar ao longo de 2017. Para cada uma delas, tracei um perfil que servirá de introdução às mentes brilhantes das mulheres que compõem este grupo totalmente heterogêneo, formando um mosaico de idades, raças, profissões e experiências. Algumas já são famosas, outras nem tanto. Em comum, todas reúnem talento, criatividade, perseverança, inteligência e muita garra. Mulheres que vêm fazendo a diferença no mundo. Venham conhecer estas mulheres que causarão vertigem em 2017!
 
A fotógrafa e artista visual carioca Angélica Dass (Foto: Divulgação)
Angélica Dass é uma fotografa e artista visual carioca radicada em Madri, capital da Espanha, há mais de 10 anos, para onde foi inicialmente para trabalhar como estagiária de um museu espanhol.  Formada em Belas Artes pela UFRJ, Angélica, durante os seus primeiros anos na Espanha, criou junto com outros amigos brasileiros espalhados pelo mundo, o cultuado blog ‘Cajon Desastre’ (que em português significa algo como “gaveta bagunçada”), onde cada colaborador escrevia sobre moda, cinema, arquitetura, artes, design e comportamento, sempre sob o viés do que de melhor acontecia em cada capital do mundo onde cada um deles se encontrava. Depois de um tempo, surgiu a ideia do “Humane”, seu mais ambicioso projeto,
que a tem levado para exposições e palestras nos quatro cantos do mundo, fazendo dela uma das artistas visuais brasileiras de maior renome e prestígio internacionais do momento. Mesmo assim, o nome e o trabalho de Angélica ainda não são muito conhecidos no Brasil. Em “Humane”, a ideia é criar um inventário de “pantones humanos”, catalogando, assim, todos os tons de pele possíveis e imagináveis. Para isso, Angélica já fotografou mais de três mil pessoas em mais de 13 países, até agora. A jornada foi iniciada em 2012 e não tem data para acabar. A ideia inicial surgiu logo quando ela conheceu seu ex-marido, um físico espanhol “com pele de lagosta queimada do sol” e se viu obrigada a responder perguntas esdrúxulas sobre qual seria a cor do filho deles. Daí em diante, a artista teve a genial ideia de fotografar sua família e ela mesma. A mãe de Angélica é uma negra descendente de índios e seu pai, também negro, foi adotado por uma família de brancos no Rio. Em seguida, a artista passou a registrar seus amigos e rapidamente, passou a fotografar desconhecidos. Os cliques sempre sem camisa e em 3×4 com fundo branco acontecem em um pequeno estúdio portátil que ela carrega mundo afora. Depois, a artista recorta um pedaço da ponta do nariz de cada fotografado, cuja cor é usada como fundo de cada foto. Sob cada imagem ela inclui ainda o número da cor de referência retirada da paleta industrial Pantone, tida como a bíblia das cores. Após criar seu Tumbrl e uma página para divulgar as fotos do projeto “Humane” no Facebook, os convites começaram a chegar rapidamente e logo, Angélica já estava expondo os resultados em grandes galerias, museus e praças públicas pelo mundo, como aconteceu em São Paulo, em 2013, numa praça do centro da cidade. Se as cores nunca foram um problema em sua família multiétnica, Angélica percebeu cedo que o mesmo não se aplicava da porta de casa para fora. “O Brasil é um dos piores lugares do planeta para se nascer negro. Há um racismo institucionalizado e escondido”, afirmou ela à revista Serafina, da Folha de São Paulo, para onde concedeu uma entrevista de quatro páginas logo após dar uma palestra que emocionou a audiência do TED, em Vancouver, onde foi aplaudida de pé. Desde dezembro, Angélica está passando férias no Rio de Janeiro, mas, nesse meio tempo, já teve que se deslocar a trabalho. Foi convidada para ser uma das líderes culturais do Fórum Econômico Mundial de Davos, que convocou artistas de grande relevância internacional para inspirar as lideranças mundiais com seus trabalhos e engajamento. Estranhamente, não houve uma menção de sua participação em Davos na mídia brasileira. Em março, antes de regressar a Madri das férias no Rio de Janeiro, Angélica irá a Buenos Aires para participar com o “Humane” do FOLA – Fototeca Latinoamericana.





A cineasta carioca Sabrina Fidalgo (Foto: Divulgação)
Multiartista, a carioca Sabrina Fidalgo é diretora de cinema, roteirista, produtora, atriz e, de vez em quando, assume a persona “Lady Sabrina Queen” em suas performances como DJ nas festas mais descoladas do Rio. “Mas meio que aposentei a LSQ (as suas inicias de DJ) por ora”, avisa. Seu posicionamento “anti-racialização” dos diretores negros no cinema brasileiro é bem conhecido e costuma provocar acalorados debates. Para ela, “aceitar e vestir os papéis oferecidos pelo racismo institucional sem o mínimo de questionamento e ainda prestar-se a servir de ‘token’ apenas para
receber uma rebarba do sistema, ocupando, assim, um nicho racial, sem que isso implique em alguma corrente ou movimento estético, é abaixar demais a cabeça, sem o mínimo de consciência. E isso é algo que não combina em nada comigo. Temos que vencer o machismo, o racismo e as barreiras impostas no cinema brasileiro, sim. Mas o objetivo é a paridade em todos os sentidos e não, o recebimento de reles migalhas”. A diretora da cultuada ficção-científica, “Personal Vivator”, curta afro-futurista estrelado por Fabrício Boliveira, é considerada uma das grandes promessas femininas do cinema e já teve seus filmes exibidos em mais de 50 festivais nacionais e internacionais, em lugares que vão de Tóquio, passando por Maputo, chegando até Los Angeles, entre muitos outros. Em novembro último, Sabrina lançou seu sexto e mais recente trabalho no Festival Internacional de Curtas do Rio de Janeiro, o Curta Cinema, a obra-prima “Rainha”, uma fábula superpotente de 30 minutos sobre o carnaval filmado em preto e branco, que conta a saga de uma jovem negra e periférica (interpretada pela atriz e musa da diretora, Ana Flavia Cavalcanti) que luta para realizar o sonho de se tornar a rainha da bateria da escola de samba de sua comunidade. A cineasta realizou “Rainha” após ter sido a diretora convidada e escolhida pelo comitê do edital de curtas “Fábrica de Cinema”, financiado pelo Polo Audiovisual da Zona da Mata de Minas Gerais. Com isso, o projeto também foi contemplado com o patrocínio da empresa Energisa. E antes mesmo do encerramento da última edição do festival carioca, o filme já havia sido aclamado pela crítica especializada como um dos maiores ensaios estético-antropológicos sobre o Carnaval no cinema e recebido mais quatro prêmios de outro festival, o Ver e Fazer Filmes. Ao final do Curta Cinema, “Rainha” foi laureado com o prêmio de melhor filme pelo Júri Popular. Filha única de Ubirajara Fidalgo, dramaturgo negro pioneiro e criador do T.E.P.R.O.N (Teatro Profissional do Negro) e da produtora, cenógrafa e cofundadora do T.E.P.R.O.N, Alzira Fidalgo, Sabrina cresceu em um ambiente cercado por arte, política e militância. Começou a atuar na companhia dos pais ainda aos dois anos de idade como mascote do T.E.P.R.O.N e, além disso, cresceu fazendo participações esporádicas em comerciais, filmes e programas de TV. Aos 21 anos, trocou o curso de Artes-Cênicas na Uni-Rio por um curso alemão em Munique, Alemanha. Estudou cinema e documentário na Escola de TV e Cinema de Munique e, em seguida, após participar de um disputado concurso com vários alunos europeus, foi a única latino-americana a ganhar uma bolsa integral para cursar especialização em roteiro na Universidade de Córdoba, na Espanha. Àquela altura, a jovem realizadora já estagiava em diferentes funções nas produções da escola e em outras produções independentes europeias e, em pouco tempo, realizava os seus primeiros curtas. Ao ser premiada pelo Lateinamerika-Institut da Universidade Livre de Berlim, pelo curta “Black Berlim”, Sabrina retornou de vez ao Brasil e abriu sua própria produtora independente junto com sua mãe, a “Fidalgo Produções”, com a qual realizou, até agora,  seis curtas, um documentário musical de média-metragem para a TV e vários videoclipes. No final de 2016, Sabrina ganhou a primeira retrospectiva de sua carreira promovida pelo Centro de Artes da UFF, onde todos os seus curtas foram exibidos no Cine Arte da universidade em Niterói, Rio de Janeiro. Uma nova retrospectiva de sua obra ocorrerá, desta vez na Central de Produção Multimídia (CPM) da Escola de Comunicação da UFRJ, prevista para acontecer no mês de abril. Enquanto isso, a cineasta ocupa-se com a carreira nos festivais e mostras do recém-lançado “Rainha” e trabalha em uma série de outros projetos para o cinema, teatro e TV, entre eles, o maior de todos os seus projetos, o seu primeiro longa de ficção. Todos os projetos terão a participação de seu “Iansamble” (mistura de Iansã com “emsamble”, que quer dizer grupo, em francês) o mesmo grupo de atores e técnicos com os quais vem trabalhando desde “Personal Vivator”.


A filósofa e ativista do feminismo negro Djamila Ribeiro (Foto: Divulgação)
Feminista brasileira, pesquisadora e mestre em Filosofia Política pela Universidade Federal de São Paulo, Djamila Ribeiro foi secretária-adjunta de Direitos Humanos e da Cidadania da cidade de São Paulo durante a gestão do prefeito Fernando Haddad. Virou a maior referência do feminismo e do movimento negro no Brasil graças aos seus posicionamentos firmes e didáticos como colunista da revista Carta Capital, aos seus textões no Facebook e a maciça participação em debates por todo o Brasil. Arrasadora, Djamila, que também é dona de um invejável carisma, consegue nocautear seus interlocutores sempre com respostas sensatas sobre questões que envolvem a situação da mulher negra brasileira. Suas recentes aparições em programas televisivos aumentaram sua popularidade por todo o país, o que a levou a estrear como apresentadora de seu próprio ‘talk-show’, o “Programa de Entrevista”, que debutará este ano no Canal de TV a cabo, Futura. Djamila nasceu em Santos, cidade do litoral de São Paulo, e ainda na infância entrou em contato com a militância política por influência de seu pai, um estivador que era fazia parte do movimento negro, comunista e autodidata, que mesmo com pouco estudo formal, era um erudito e mantinha uma grande biblioteca em casa. Ela é a mais nova de dois irmãos e uma irmã, e guarda memórias de uma infância feliz, com os cabelos sendo trançados por mãe e avó, aulas de xadrez na União Cultural Brasil-União Soviética (foi medalhista de bronze, aos oito anos, em um campeonato de xadrez santista), tardes no Partido Comunista de Santos, que o pai fundou ao lado de outros militantes. No entanto, já na primeira série do Ensino Fundamental (o equivalente atual ao segundo ano), o racismo se tornou cada vez mais presente em sua vida, por meio de xingamentos de colegas de classe, exclusão, falta de preparo de profissionais de educação para lidar com a situação e outras questões, o que foi minando sua confiança em si mesma. Aos 18 anos, envolveu-se com a Casa da Cultura da Mulher Negra, uma organização não-governamental santista, e passou a mergulhar cada vez mais em temas relacionados a gênero e raça. Djamila, que se mudou recentemente de Santos para um apartamento em São Paulo, ainda consegue conciliar tantos compromissos profissionais com a maternidade. É mãe de uma menina de 11 anos.

A cineasta americana Ava DuVernay (Foto: Divulgação)
A americana Ava DuVernay é diretora, roteirista, produtora, publicitária e comanda a distribuidora de filmes, Array, na Califórnia. Ava é considerada, hoje, uma das mais famosas e poderosas diretoras mulheres do cinema independente norte-americano e seu nome lidera sempre o topo das listas das maiores e mais promissoras realizadoras do cinema mundial. Em 2012, Ava foi a primeira mulher negra a ganhar o prêmio de melhor direção no festival Sundance com o seu segundo longa, “The Middle of Nowhere”, a primeira mulher negra a concorrer ao Globo de Ouro de melhor diretora e ao Oscar de melhor filme e melhor direção com o seu aclamado longa “Selma – A Marcha da Liberdade”, sobre a marcha liderada por Martin Luther King contra a segregação racial e pela defesa dos direitos da comunidade negra nos EUA. No próximo dia 28, voltará ao Kodak Theater outra vez, desta vez concorrendo com seu novo filme, “A 13ª Emenda”, produzido pelo Netflix, na categoria melhor documentário. O documentário já é tido como o favorito nos bolões do Oscar e, caso a profecia se concretize, Ava será, de fato, a primeira mulher negra diretora a ganhar uma estatueta na história do Oscar. Em “A 13ª Emenda”, Ava propõe um amplo debate sobre a situação racial nos EUA em plena era Trump, traçando um paralelo entre a situação penal americana e o fim da escravatura nos Estados Unidos. Nessa época, havia uma grande necessidade de mão-de-obra barata, então, a solução foi acusar parte dessas pessoas recém-libertadas por crimes banais como vadiagem, levando-as a trabalhar sob custódia. Ava estabelece uma relação direta entre a abolição da escravatura, a segregação racial e a guerra contra o crime e contra as drogas. O resultado é um fenômeno de encarceramento em massa num país onde as prisões são um grande negócio. Ava é uma das mais importantes vozes no debate sobre diversidade em Hollywood, e está pondo a mão na massa para mudar os rumos da indústria cinematográfica. Um exemplo disso é o trabalho que ela desenvolve com a sua distribuidora, cujo foco é distribuir trabalhos de cineastas mulheres e de minorias, dando visibilidade a obras que talvez jamais viriam a público. Ao L.A. Times, Ava disse: “Eles estão se perguntando: ‘Por que fazer algo que ninguém vai assistir?’. Há um desrespeito inerente à distribuição. Há uma segregação cinematográfica em como os filmes são ou não são vistos. O que estamos dizendo é que não vamos mais depender disso a partir de agora. A Array vai atuar não apenas nas salas de cinema, mas também em plataformas como o Netflix. O consumidor está decidindo o que quer ver, quando e como quer ver, e cineastas estão cada vez mais cientes disso, e aceitando o fato de que o sucesso não depende de ter o filme no cinema tradicional”. Ava DuVernay é uma das arquitetas dos novos tempos e está fazendo história nesse romper de barreiras que dará à muita gente um espaço precioso na cultura audiovisual.
 
 



quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

Psicólogo diz: amor tem 5 estágios, mas maioria de nós emperra e pula fora no 3º

O que voce acha? Concorda que a aconteça o mesmo com o nosso povo? Leia e dê sua opinião!

Fonte: MSN - Fotos: Google Imagens

Quem já se apaixonou e viveu casos de amor sabe bem que o sentimento enfrenta diversas fases, das mais intensas e felizes às mais dramáticas e realistas. Em um artigo para o site MenAlive, o psicólogo Jed Diamond afirma que o amor tem exatamente 5 estágios, mas que a maioria das pessoas emperra e pula no terceiro. Conheça as características de cada um:

Como funcionam as 5 fases do amor

Fase 1- Paixão: o momento de encantamento em que tudo parece maravilhoso no relacionamento, especialmente por estarmos inundados de hormônios relacionados à felicidade e ao bem-estar.
Fase 2 - Comprometimento: quando o casal percebe que a louca paixão dá lugar a um amor mais profundo e calmo. É o momento de alegria e satisfação, autoconhecimento e aceitação, em que ambos começam a vislumbrar laços ainda mais fortes e até a possibilidade de constituir uma família.

Fase 3 - Desilusão: segundo o especialista, é o período em que a maioria das pessoas sentem vontade de pular fora da relação e o ponto em que grande parte das uniões chega ao fim. A fase pode chegar aos poucos ou de uma vez, mostrando que pequenos defeitinhos no outro se tornam insuportáveis e a irritação e a decepção roubam o lugar da felicidade e da intenção de seguir adiante. Quem sobrevive, pode ainda experimentar outras duas fases.
Fase 4 - Amor real:  o estágio em que o casal conseguiu enfrentar a superar os dramas e as turbulências da terceira fase e percebem que, apesar de brigas e desilusões, sentem que o sentimento de carinho é maior e que merece ser cuidado. No período, os parceiros se unem para um bem comum e se apoiam mutuamente criando a compreensão do que é amar a si próprio e ser amado.
Fase 5 - Transformação: a fase do amor mais amplo e humanitário, quando os parceiros românticos estabelecem que a convivência a dois é feliz e saudável, sem margens para preocupações, e que agora, juntos, são até mesmo capazes de transformar o mundo. É neste período em que ocorre a compreensão de que, se puderam superar diversidades em nome de um bem maior, o mesmo conceito pode ser aplicado para a criação de um mundo melhor.

terça-feira, 31 de janeiro de 2017

Flores de Aço, remake com Queen Latifah


Esse remake (2012) é um black remake!
E eu amo filmes que mostram essa força, beleza e comédia das mulheres negras!

Então, é um filme que conta a amizade de seis mulheres do Sul do EUA.
O foco mesmo é M'Lynn.
Na verdade, não sei se é correto dizer que esse é o foco do filme, mas M'Lynn e sua filha estão sempre em evidência.

O filme começa com os preparativos para o casamento de Shelby, filha da M'Lynn.
A Shelby tem diabetes e a princípio não quer mais se casar porque seu médico diz a ela que engravidar seria muito perigoso. Por conta disso Shelby conta ao noivo que não quer mais se casar, para não prejudicar o sonho dele de formar uma família, e etc.
O rapaz não desiste dela e o casamento acontece.

O filme então vai mostrando o passar do tempo, onde é claro, outras personagens tem partes de suas histórias contadas, mas sempre como pano de fundo a vida de Shelby.
As amigas se encontram principalmente no salão de cabelo de Truvy. Mas em vários outros momentos elas estão reunidas também.
Shelby acaba engravidando e se arrisca ao aceitar ter o bebe. Sua mãe, extremamente preocupada e protetora, inicialmente não fica feliz com a ideia, com medo do que isso pode acarretar na saude de Shelby, mas seu esposo a acalma (essa é uma cena muito linda do filme)!
Enfim, não vou contar o final, é claaaaaaaaaro, mas, é muito bonito!

Assista o trailer



Outra cena muito marcante é a cena final, no salão de beleza.
Queen Latifah simplesmente ARRASA na atuação!
Vale muito a pena!
Cada personagem tem suas peculiaridades e seus dramas particulares.
Nesse interím, elas se ajudam e se divertem.
Isso é bem legal!

Assista o filme completo, legendado e em português


Adendos:
Parece ter sido produzido e lançado no mesmo ano, em 2012.
Diretor: Kenny Leon
Elenco: Queen Latifah (M'Lynn), Condola Rashad (Shleby), Alfre Woodard (Ouiser) com uma excelente atuação, Phylicia Rashad (Clairee), Jill Scott (Truvy), Adepero Oduye (Annelle).

quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

Record demite apresentador que chamou Ludmilla de “macaca”

Uma resposta ao racismo midiático deste que se diz jornalista e que ofendeu a cantora Ludmila no ar, no programa Balanço Geral. Racismo é crime e todos os comunicadores precisam aprender e respeitar as diferenças!!





Menos de 24 horas depois da polêmica envolvendo o apresentador Marcos Paulo Ribeiro de Moraes, conhecido como Marcão do Povo, e a cantora Ludmilla, chamada de “macaca” pelo comunicador, a Record decidiu encerrar o contrato com o profissional. A partir desta quinta-feira, 19, o ‘Balanço Geral DF’ estará sob novo comando. O canal ainda não informou o nome do profissional que ficará responsável pela apresentação

Ainda na nota, o canal explica que, por não concordar com a postura do jornalista, “optou por rescindir o contrato do apresentador Marcão”.

Marcão chegou à Record em agosto de 2016, quando foi chamado para comandar o ‘Balanço Geral DF’. Quando fechou contrato com o canal, ele afirmou que “foram anos e anos esperando por uma oportunidade como essa”.

“Tenho amor pela Record porque é uma emissora que preza pela família brasileira. Só tenho a agradecer a todas as pessoas que influenciaram na minha contratação e a todos aqueles que me ajudaram ao longo do caminho de ter chegado até aqui. Pretendo, claro, galgar ainda mais sonhos e alcançar mais objetivos. O céu é o limite”, disse entrevista ao R7.

Antes de ir para a Record, Marcão presentava o ‘Chumbo Grosso’ na TV Goiânia, afiliada da Band em Goiás.

Entenda a história
Âncora do ‘Balanço Geral DF’, da Record, o jornalista Marcos Paulo Ribeiro de Moraes, conhecido como Marcão do Povo, chamou a cantora Ludmilla de “macaca” no programa veiculado na segunda-feira, 9. O caso só ganhou a mídia agora depois de o vídeo se espalhar pela rede.

Marcão ofendeu a funkeira durante o quadro ‘A Hora da Venenosa’. Ao lado da jornalista Sabrinna Albert, ele estava criticando a cantora por seu suposto comportamento com os fãs. “É uma coisa que não dá para entender. Ela era pobre, macaca, pobre, mas pobre mesmo”, disse Marcos, que emendou: “eu também era pobre e macaco, falava isso para os meus amigos. Hoje, digo que sou rico de saúde, graças a Deus”.



Não demorou muito para que Ludmilla falasse sobre o assunto. “Não deixaremos impune tais atos. Trata-se de um desrespeito absurdo, vergonhoso. Fica evidente que esse cidadão @marcaoapresentadortv não possui nenhum pudor ou constrangimento em ofender alguém em rede nacional. Isso tem que ser combatido e farei a minha parte, quantas vezes for necessário”.
Infelizmente, ainda existem pessoas que não compreendem que a discriminação racial é crime e alguns, ainda usam o espaço na mídia para noticiar mentiras ao meu respeito, ofender, menosprezar e propagar todo o seu odio.
Não deixaremos impune tais atos, trata se de um desrespeito absurdo, vergonhoso. Fica evidente que esse cidadão @marcaoapresentadortv não possui nenhum pudor ou constrangimento em ofender alguém em rede nacional.
Como já foi dito por Paulo Autran, “todo preconceito é feito da ignorância”, visto que os racistas não possuem um conhecimento de moralidade, tratando sua própria cor de pele como superior e única.
Isso tem que ser combatido e farei a minha parte, quantas vezes for necessário."
Disse em seu facebook.


sexta-feira, 21 de outubro de 2016

Veja como foi a 3ª Feira de Afroempreendedores Negras em Movimento

Se voce não foi, perdeu a chance de conhecer os produtos étnicos de várias afroempreendedoras.

Terá a chance de guardar verba e comprar no próximo dia 20 de novembro, Dia da Consciência Negra, quando haverá nova Feira de Afroempreendedores Negras em Movimento, na Praça de Alimentação da Faculdade Zumbi dos Palmares.

Nesta 3ª edição, as afroempreendedoras  participaram enfrentando chuva e trazendo o melhor para clientes, um grupo seleto.  Bonecas feitas a mão, artesanais e sustentáveis, lingerie plus size e também roupas plus sizes, camisetas bordadas a mão, também pintadas a mão, além de turbantes dos mais diversos, brincos, roupas, acessórios incríveis. E, veja só, exclusivos, por serem artesanais, quase ninguém terá outro como o seu.

Acompanhe as fotos...
Ateliê Coisinhas de Yaiá com bonecas e abayomis, totalmente artesanais.
Bila Black com brincos, pulseiras e também turbantes.
Fique Linda Lingerie Plus Size
Boutique African People brincos, sacolas e acessórios
Coletivo de Oyá apresenta camisetas da Malawi Modas
Negra Rainha, Turbantes e Acessórios
Candy Mimos bonecas para todos os gostos
Odara Artesanato - Acessórios em geral exclusivos
Black Gija  camisetas e vestidos bordados a mão. Exclusivos
Marlei Afro Elegance - Consultoria Capilar é com ela mesma!
M+ Afro Acessórios  turbantes e brincos artesanais
Quilombhoje Literatura aqui representado por Cosme Alves




Bate-papo com o autor de A(R)MADA NEGRA

O autor de A(R)MADA NEGRA presenteou a todos com sua presença e simpatia, num bate-papo e autógrafos para todos que adquiriram sua publicação.
Sidney nasceu na capital paulista e tem formação multidisciplinar. É advogado formado pela Faculdade de Direito da Universidade Mackenzie, em 1996. Formado em Letras (Português) pela Universidade de São Paulo – USP, em 2009, tendo se Licenciado pela mesma instituição em 2010. É pós graduado em Direitos Humanos pela Escola Superior da Procuradoria Geral do Estado de São Paulo – ESPGESP, em 2009. Atualmente é pós graduando em Gênero e Diversidade na Escola pela Universidade Federal de São Paulo – UNIFESP. Cursa o  programa de Mestrado em Educação da UNIFESP.




Livros publicados:
- Negraciosa. Coletânea de Poemas. Editado pelo Quilombhoje Literatura, São Paulo, 2012.
- O Estatuto da Igualdade Racial. Editado pela Selo Negro Edições, São Paulo, 2013.
-Participação nas antologias poéticas Cadernos Negros, poemas afro-brasileiros volumes 21, 23, 25, 27, 29, 31 e 33 editadas pelo Quilombhoje Literatura respectivamente em 1988, 2000, 2002, 2004, 2006, 2008 e 2010, e Cadernos Negros, contos afro-brasileiros volumes 28, 30 e 32, editados pelo Quilombhoje Literatura respectivamente em 2005, 2007 e 2009.
-Participação na Antologia da poesia negra brasileira – O Negro em Versos, organizada por Luiz Carlos dos Santos, Maria Galas e Ulisses Tavares, Editora Moderna, 2005.
-Participação na Antologia da poesia negro-brasileira erótica Pretumel de chama e gozo, organizada por Cuti e Akins Kintê, editada pelo Ciclo Contínuo Editorial, 2015.



segunda-feira, 26 de setembro de 2016

Candymimos - bonecas negras de fuxico por Regine Candida

QUEM É REGINE CANDIDA DOS SANTOS E ESSA CANDYMIMOS? 

Para responder as perguntas começo da vida profissional,  assim consigo enxugar...bem pouquinho ... a resposta iniciei como professora em 1997, mas em busca de melhores salários e condições de trabalhos (benefícios como ticket, vale alimentação etc) ingressei em um banco privado, onde trabalhei 13 anos desde o Call Center à área de treinamento para cartões de crédito, e por 2 anos cheguei a lecionar na escola da mesma instituição no período noturno. Infelizmente em 2013 fui demitida,alegaram que eu não tinha o perfil que a empresa precisava, de início usei o dinheiro para cumprir um sonho antigo CONHECER O EGITO, e na volta comecei a procurar recolocação, sabia que não queria voltar para área bancária, então passei a procurar na área da educação, por 6 meses foram entrevistas, envio de currículos, pagamento para agências de emprego, concursos, foi um período muito exaustivo e tenso, já que a cada "não foi desta vez", "deixaremos seu currículo para uma próxima oportunidade", era doloroso, pois você se sente inútil e velha, já que o "mercado" pra quem tem 35 anos é mais restrito, a pior negativa foi a de um processo seletivo, para monitora de uma exposição, onde estava na penúltima fase e recebi um email dizendo que fui muito bem...mas não era o momento de prosseguir, fui dormir arrasada, mas neste sono tumultuado me veio o nome CANDYMIMOS, e acordei com essa inspiração e com a certeza de que este seria o nome da minha empresa.

Já com o nome da empresa fiquei pensando em qual seria meu produto, e em um programa religioso que minha mãe assiste uma professora de artesanato estava dizendo "eu ignorava meu dom que era fazer artesanato, mas as dificuldades da vida me vez olhar com carinho para meu dom e usá-lo para meu sustento e de meus filhos", era tudo que eu precisava ouvir, neste momento lembrei que mesmo no banco sempre fiz Cestas para chá de bebê, café da manhã, da tarde, para presentear meus amigos, e todos amavam, bom a Candymimos então entregaria amor/carinho em forma de cestas.
Em setembro de 2013 iniciei as atividades da Candymimos, fui muito bem orientada pelo SEBRAE aqui de Osasco e a documentação de MEI é bem fácil de compreender e fazer, dia 10/09/2013 entreguei minha primeira cesta profissional, mas para chegar ao logo e vários outros processos tive a sorte de contar com minha família e amigos mais que irmãos.

Porém a cereja do bolo ainda está por vir, além da logo marca queria algo para colocar na cesta que me representasse, assistindo aos vídeos no You Tube, minha amiga irmã e eu vimos um boneco feito de fuxico, era um anjinho, logo pensei, ao invés de loiro faço a boneca negra, então em novembro nasceu a Candinha, boneca de fuxico que servia para enfeitar as cestas. Mas essa adorável neguinha criou vida própria e começamos a comercializá-la separadamente, claro que ainda faço cestas mas sem dúvida as bonecas viraram carro chefe do negócio, inclusive criamos uma turma, história em quadrinhos, que fala dos mais variados assuntos como igualdade, temas étnico racial, cultura, história, aproveitei as habilidades artísticas do meu irmão, que criou os desenhos e transforma as histórias que crio nos quadrinhos, enfim todos estamos envolvidos neste sonho.
Atualmente além das Candynhas, sou professora de História na rede estadual e estou cursando a faculdade de Sociologia, e além de uma professora e empreendedora feliz, vi que para os SONHOS não existe idade avançada, basta querer e correr atrás dos objetivos.


essa sou eu REGINE, EMPREENDEDORA, PROFESSORA HISTORIADORA  E SONHADORA!
Feira em Cubatão -2016
candymimos@gmail.com

sábado, 24 de setembro de 2016

FITA AMARELA - Uma empresa de arte em movimento




     Os especialistas em gestão e economia sempre afirmam que, nos momentos de crise, nas adversidades, os empreendedores podem crescer. E foi assim que nasceu a FITA AMARELA, uma empresa de arte, com peças artesanais de madeira mdf voltadas para a organização e decoração de um espaço ou para um presente especial. Nosso objetivo é oferecer peças únicas, que se tornam exclusivas para cada cliente. 

    A participação nos cursos de artes e empreendedorismo agregou à Fita Amarela, o diferencial necessário para a criação de peças de qualidade e a organização na gestão do negócio. Nossa produção sempre esteve voltada para o público em geral, acompanhando novidades e as tendências do artesanato contemporâneo. 

     Mas, nos últimos dois anos, a Fita Amarela se voltou para a africanidade, juntando-se ao movimento de valorização e reafirmação da cultura e identidade afrobrasileira. Nossas peças estão agora rompendo fronteiras e ganhando novos espaços como a Feira de Afroempreeendedores - Negras em Movimento, na Faculdade Zumbi do Palmares.

   E o movimento da Fita Amarela continua, com a exposição de produtos no facebook (facebook.com/fitaamarela) e uma loja virtual (www.fitaamarela.lojavirtualnuvem.com.br).

24/09 - 1° Sarau Afro do Projeto:Encontro de Turbantes

1 Encontro das Turbanteiras de Guarulhos a presenta o 1º Afro Sarau neste sábado, 24/09, das 12h às 18h. Confira



Traga + 1 kg de alimento e concorra a sorteios de:
- 1 Tratamento Capilar
- Tranças
- Turbantes
- Dreads de lã e agulha
- Livros
- 1 Unha de Gel
- Minivests e Camisetas Crespo Sim



AO VIVO :
MPB E PAP+ DJ CHART com música negra e seus derivados...

- FEIRA DE TROCA DE  LIVROS
- distribuição de livros autorais

Informações pelo whattsap :
949247912
952415867
967574876
962515013
993996281

Página do Projeto:
https://m.facebook.com/encontrodeturbante/

Ou pelo Evento:
https://m.facebook.com/events/1776645132594727

Realização
Denise Abrantes ( espaço Negra Rainha)
Organização G.C.A. Guarulhos Contra Ataca                        

sexta-feira, 16 de setembro de 2016

21/09 - 2ª Feira de Afroempreendedores Negras em Movimento

Quarta-feira, dia 21 de setembro, das 16h às 21h30
Faculdade Zumbi dos Palmares

Com entrada gratuita, esta é a segunda edição da Feira de Afroempreendedores Negras em Movimento que se realiza na Faculdade Zumbi dos Palmares, próxima quarta-feira, 21 de setembro, das 16h às 21h30. Com organização da Nabbonz Wende Multimídia, o evento é uma parceria com a Faculdade pelo Observatório do Negro e com o site Negro é Lindo.

Reúne afroempreendedores que atuam com moda, brincos e acessórios, livros e artesanato e ainda com serviços. Desta vez, haverá  o Espaço de Embelezamento da Mulher  Negra com esteticista e cabeleireiro . E ainda contará com a participação musical do Rapper Panikinho que esta com sua campanha  Show Panikinho #ImpõeRespeito

Os internautas também podem confirmar presença ao evento pela rede social https://www.facebook.com/events/195275804226188/

Conheça um pouco do trabalhodo rapper:


Alguns afroempreendedores:
Livraria Africanidades
Odara
Gere Gere Produções
Fita Amarela
Renata Esteticista
Alikas Bijou
Preta Brasil

Serviço:
2ª Feira de Afroempreendedores Negras em Movimento
Entrada gratuita 
Quarta-feira, 21 de setembro, das 16h às 21h30
Av. Santos Dumont, 843, Próximo ao Metrô Armênia