quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

A fisiculturista mais idosa do mundo

Ela começou a malhar depois que criou os filhos e poderia ser uma vovozinha normal que como tantas iria cuidar dos netinhos. Por incrível que pareça, aos 56 anos ela resolveu sair da vida sedentária e já foi considerada a body builder mais idosa do mundo.


A americana Ernestine Shepherd, de 77 anos, começou a malhar aos 56 anos. Após a morte da sua irmã, o exercício a ajudou a sair da depressão. Hoje, é uma das fisiculturistas mais velhas do mundo e trabalha como personal trainer. “Sou a prova de que idade é apenas um número”, disse. Os dados são do jornal Daily Mail.



Sedentária até o 56 anos, ela passou a se exercitar incentivada pela irmã e melhor amiga, Velvet, que achava que as duas deviam levar uma vida mais saudável. No entanto, Velvet morreu de aneurisma cerebral em 1992 e Ernestine entrou em depressão. “Depois que a minha irmã morreu, acabei com pressão alta, ataques de pânico, colesterol elevado.”O apoio dos familiares e sua religião a ajudaram a se motivar e a começar a correr. O treinamento tirou todas as dores de seu corpo e eliminou a necessidade de remédios. Até hoje, corre todos os dias 16 km acompanhada por seu marido, Collin, de 83 anos. 

Também malha duas horas diárias na academia. Dá aulas de ginástica e seu aluno mais velho tem 89 anos. “Nem todo mundo quer ser fisiculturista. Apenas encontre o que você gosta de fazer.”
Com a ajuda do ex-Mister Universo Yohnnie Shambourger, se tornou fisiculturista profissional e, em 2010, entrou para o Guinness Book, o livro dos recordes, como a mulher fisiculturista mais velha do mundo. Já não detém mais o título, mas ainda há chance de ganhá-lo novamente, já que não pretende parar tão cedo.



terça-feira, 5 de janeiro de 2016

Quer ser uma das publicadoras do Negras em Movimento

Olá Meninas!



 Todas nós somos Negras em Movimento, uma vez que atuamos em todos lugares, nossos lares, igrejas, associações, sindicatos, interne/redes sociais, no trabalho, individual ou coletivamente, estamos sempre em ação. É impossível uma mulher negra deixar de ser guerreira, porque existir e ser feliz já é um ato de ousadia para todas nós que galgamos a plenitude e nosso ser. Há garotas em Movimento no Rio de Janeiro, na Bahia, em São Paulo.... 

Todas tem que ter voz e vez por si mesmas sempre.

 Então...quer participar das publicações coletivas? 

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sábado, 28 de junho de 2014

25 de juulho - Dia Internacional da Mulher Afro-latina e afro-caribenha

Esse dia, diferente do dia 08 de Março que tem um viés universalista, foi instituído no calendário feminista após o 1º Encontro de Mulheres Afro-latino-americanas e Afro-caribenhas, ocorrido no ano de 1992, na cidade de São Domingo, na República Dominicana. Neste encontro, que contou com a representação de 70 países,  decorreram duas decisões: a criação da Rede de Mulheres Afro-latino-americanas e Afro-caribenhas e a definição do 25 de julho como Dia da Mulher Afro-latino-americana e Caribenha.
A principal razão para tal encontro, foi discutir as especificidades das mulheres negras dos países da América Latina, já que seus históricos, enquanto países onde há, e sempre houve, lutas para a emancipação das mulheres, tem grandes diferenças da chamada emancipação feminina da Europa.
Partindo da necessidade de refletir políticas e direitos destas que são uma grande parcela das mulheres que habitam esses países, o movimento negro brasileiro tem colaborado por considerarmos uma luta necessária para avançar na efetivação de direitos, e reflexão de textos que colaboram com uma visão mais plural das necessidades dessas mulheres que a visão de totalidade do movimento feminista geral não inclui. A mídia também pouco contribui para divulgar esse dia, e uma parcela do movimento negro tem tido certa limitação para colocar como uma das pautas prioritárias do movimento.
Participar e contribuir com a ampliação do 25 de Julho é uma tarefa do movimento negro, e de todos os grupos que trabalham  com a ideia de dar evidência às lutas que a maioria ignora por não lhe servir. Neste 25 de Julho há diversas atividades, rodas de conversas, e debates. Na Câmara Municipal de São Paulo não houve divulgação da data, já que, além de ser um mês de recesso, as poucas mulheres vereadoras não fazem ou não compartilham da visão de ampliar e divulgar o dia como sendo um dia de lutas para chamar a atenção do poder público para as necessidades de ações efetivas para esse segmento. O principal objetivo da data é ser um pólo de aglutinação das lutas das mulheres negras e assim ampliar e fortalecer as suas organizações e sua identidade, construindo estratégias para o enfrentamento do racismo e do sexismo. Nós mulheres negras lutamos pelo reconhecimento da igualdade enquanto mulheres e da especificidade enquanto negras!
*Luciete Silva é militante do Círculo Palmarino.

Ato/Debate em homenagem a todas as Cláudias da Diáspora Africana, abrindo a Virada Cultural da Mulher Negra & Cia.
Dia 25 de julho, às 19h, na Câmara Municipal de SP
Gratuito!
Inscreva-se! Vagas limitadas!

https://www.sympla.com.br/negras-em-movimento---atodebate-em-homenagem-a-todas-as-claudias-da-diaspora-africana__20379